Caso 01
A cirurgia de fimose com grampeador em São Paulo é realizada pelo Dr. Rafael Correia, urologista e andrologista, no consultório do Moema Work Center, em Indianópolis. O procedimento usa apenas anestesia local, dispensa internação e tira a pele em excesso do prepúcio que causa dor, rachaduras e inflamações frequentes.
Em São Paulo, a postectomia é feita com grampeador cirúrgico ou com bisturi e pontos, que é a técnica tradicional. A escolha sai do exame do prepúcio na consulta, e o paciente vai embora no mesmo dia.
São Paulo: Moema Work Center, Moema.
Atendimento reservado no Moema Work Center, em Indianópolis, perto de Moema.

Urologia e Andrologia
Urologista com Fellowship em Andrologia no Instituto Cavalcanti, dedicado à saúde sexual masculina, com mais de 1.000 procedimentos íntimos realizados.
Anestesia local, sem internação
O procedimento acontece no consultório, sem sedação e sem centro cirúrgico, e o paciente volta para casa no mesmo dia.
De retornos após a postectomia
Consultas para acompanhar a cicatrização e a saída dos grampos até a alta.
1º passo: avaliação antes de qualquer indicação
Exame do prepúcio, conversa sobre o histórico e explicação das duas técnicas, com prós, limites e cuidados do pós-operatório.
No adulto, a fimose costuma se instalar aos poucos. A pele do prepúcio vai ficando apertada, racha durante a ereção e passa a arder. Com o tempo, aparecem inflamações que se repetem e fica difícil limpar a glande como deveria.
E isso não fica só no corpo. Tem homem que começa a fugir da relação, sente dor na penetração ou se incomoda com a aparência. Diabetes, infecções frequentes e cicatrizes antigas tornam o problema ainda mais comum a partir dos 40 anos.
Quando higiene e pomada não resolvem, a cirurgia entra em cena. Então, na consulta em São Paulo, o Dr. Rafael, como urologista, examina a fimose, revisa o histórico e mostra qual técnica combina com o seu caso.


O Dr. Rafael Correia é urologista e andrologista e cuida da saúde sexual masculina em São Paulo, no consultório do Moema Work Center, em Indianópolis.
Tem Fellowship em Andrologia pelo Instituto Cavalcanti e mais de 1.000 procedimentos íntimos no currículo. Em São Paulo, realiza a postectomia no próprio consultório, apenas com anestesia local, o que torna tudo mais simples e discreto.
Como urologista, acompanha a fimose do adulto do primeiro exame até a alta. Na consulta, ele ouve o que incomoda, examina o prepúcio e explica sem rodeios as duas técnicas, a recuperação e o que muda depois. Assim, a decisão é tomada com calma e informação.
CRM-DF 18.811 · RQE 19.603
CRM-SP 159.156 · RQE 135.590
Postectomia é o nome médico da cirurgia que remove o prepúcio, a pele que recobre a glande. Ela também é conhecida como circuncisão ou cirurgia de fimose, e depois dela a glande fica descoberta de vez. Em São Paulo, a circuncisão de adultos é feita no consultório de Moema.
No adulto, o motivo mais comum é a fimose que não responde à pomada. A lista inclui ainda balanopostites repetidas, rachaduras durante a ereção, a parafimose, quando a pele trava atrás da glande, e o excesso de prepúcio que atrapalha a limpeza.
No grampeador, um aparelho descartável faz o corte da pele e o fechamento com grampos num único disparo, por igual em toda a circunferência. Pesquisas que compararam os dois métodos apontam, em média, menos tempo de cirurgia, menos sangramento e uma cicatriz mais uniforme, e muitos pacientes descrevem um pós-operatório mais tranquilo. Mesmo assim, cada caso responde de um jeito.

Os dois métodos são feitos no consultório, só com anestesia local. A definição acontece na consulta, e o Dr. Rafael mostra os pontos fortes e as limitações de cada um antes de você decidir.
A postectomia trata a fimose. O tamanho do pênis não muda, já que a cirurgia remove só a pele sobre a glande.
A primeira consulta é presencial, no Moema Work Center, em Indianópolis. O urologista examina a fimose, pergunta sobre inflamações anteriores e doenças como diabetes e apresenta as duas técnicas.
Com o exame feito, o médico escolhe a técnica e, se for grampeador, o tamanho do aparelho. Também passa o preparo para o dia, e qualquer inflamação ativa é tratada antes.
Tudo acontece no consultório, com anestesia local aplicada na base do pênis. Quando a região adormece, a cirurgia começa com a área anestesiada, e a alta é no mesmo dia.
Nos primeiros 3 a 5 dias, vale um repouso relativo. Quem trabalha sentado costuma voltar entre 3 e 7 dias, e a relação sexual fica para depois de 30 a 40 dias.
O acompanhamento vai até 45 dias. Então, o médico confere a cicatrização e a saída dos grampos e libera cada atividade na hora certa.

Casos reais de pacientes do Dr. Rafael Correia, divulgados com autorização expressa e só para informar. Cada resultado depende da anatomia e da cicatrização do paciente, e intercorrências podem acontecer, como em qualquer cirurgia. Conteúdo para maiores de 18 anos.
Fotos divulgadas com o consentimento de cada paciente.
Fotos publicadas com autorização dos pacientes do Dr. Rafael Correia. Toque em cada imagem para tirar o desfoque.
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Caso 06
Cada paciente tem um resultado próprio. A técnica e a indicação dependem de avaliação médica individual.
Nos primeiros dias, o pênis incha e a área dos grampos ou dos pontos pode ficar roxa. Faz parte do processo e vai cedendo ao longo das duas primeiras semanas.
Os cuidados em casa são poucos: lavar no banho com água e sabonete neutro, sem esfregar, e secar com toques leves. Uma cueca mais firme, tipo slip, mantém o pênis para cima, reduz o inchaço e protege do atrito.
As ereções da madrugada são normais e podem incomodar no começo. Se acontecer, troque de posição, vá ao banheiro ou use gelo enrolado num pano na virilha até passar.
Cicatrizado, o resultado é uma glande exposta, higiene mais fácil e a tendência é que rachaduras e inflamações repetidas parem de aparecer. A cicatriz fica logo abaixo da glande e costuma clarear com o passar dos meses, e o resultado final acompanha a cicatrização de cada um.
Perguntar sobre a recuperaçãoPerguntar sobre a recuperaçãoCada paciente tem seu ritmo, e os prazos são confirmados nas consultas de retorno.

A postectomia está entre os procedimentos mais comuns da Urologia, com taxa baixa de complicações. Só que a região é sensível e muito irrigada, por isso a forma de operar e os cuidados depois fazem diferença no resultado.
Por isso, na postectomia em São Paulo, o Dr. Rafael confere se há inflamação antes da cirurgia, escolhe a técnica pela anatomia e acompanha cada paciente por até 45 dias. Se um grampo continuar preso depois de 30 dias e incomodar, ele tira no consultório, em poucos minutos.
Procure o médico logo em caso de sangramento que não cede com compressão, febre, pus, dor que piora com os dias ou dificuldade para urinar.

Outras intercorrências são possíveis, e o médico explica cada uma na consulta. A avaliação também aponta situações que pedem tratamento antes, como uma inflamação em curso.
A cirurgia de fimose costuma ser indicada para homens adultos com fimose que resiste à pomada, rachaduras ou dor no prepúcio na ereção ou na relação, balanopostites que voltam, episódio de parafimose ou pele sobrando que dificulta a limpeza.
O Dr. Rafael opera apenas adultos. Inflamação ativa, diabetes fora de controle, cicatrizes e outras condições podem alterar a técnica ou adiar a cirurgia, então a indicação só sai depois do exame, nunca por foto ou formulário.

O valor da postectomia em São Paulo varia conforme a técnica escolhida. Depois da avaliação, a equipe informa o investimento e o que está incluído, com clareza sobre consulta, cirurgia e retornos.
É a retirada cirúrgica do prepúcio, a pele que cobre a glande, também chamada de circuncisão ou cirurgia de fimose. Além disso, em São Paulo, o Dr. Rafael Correia faz a cirurgia de fimose com grampeador no consultório do Moema Work Center, só com anestesia local.
Não, porque fimose é a condição, quando o prepúcio é estreito demais para a glande sair. Portanto, a postectomia é a cirurgia que trata essa condição, removendo a pele que aperta.
Nem sempre, pois casos leves podem melhorar com pomada de corticoide. Contudo, a cirurgia é indicada quando a pomada falha ou quando aparecem rachaduras, inflamações frequentes ou dor na relação, e quem decide é o urologista, depois de examinar a fimose.
O principal sinal é não conseguir, ou sentir dor ao tentar, puxar a pele e expor a glande, sobretudo na ereção. Mesmo assim, o diagnóstico da fimose é confirmado pelo urologista no exame físico.
Homens adultos com fimose ou outras alterações do prepúcio, depois da consulta. Além disso, o Dr. Rafael opera somente adultos, e é a anatomia que mostra se o grampeador é a melhor escolha.
Sim, quando o exame confirma que o caso permite. Desse modo, a postectomia em São Paulo é realizada no consultório de Moema, com anestesia local e sem internação.
O urologista é o médico indicado para tratar e operar a fimose. Nesse sentido, o Dr. Rafael Correia é urologista e andrologista, com CRM-SP 159.156 e RQE 135.590, e CRM-DF 18.811 e RQE 19.603, registros que podem ser consultados no site do Conselho Regional de Medicina.
O grampeador é um aparelho cirúrgico descartável que remove o excesso de prepúcio e fecha a pele com grampos de uma vez só. Assim, corte e fechamento ficam uniformes em toda a volta, sem costura manual.
Com o grampeador, o aparelho corta e fecha a pele, e os grampos se soltam sozinhos. Em contrapartida, com o bisturi o médico faz o corte e fecha com pontos absorvíveis. Na média dos estudos comparativos, portanto, o grampeador leva a cirurgias mais rápidas, com menos sangramento e cicatriz mais regular, mas cada paciente evolui de um jeito.
Não, pois cicatrizes no prepúcio, pele muito grossa ou anatomia diferente do padrão do aparelho podem pedir a técnica com bisturi. Então, a escolha é feita na consulta.
Normalmente não, porque eles começam a se soltar sozinhos entre 15 e 30 dias. Contudo, se algum ficar além desse prazo e incomodar, o médico remove no consultório, de forma rápida e sem dor.
O que mais incomoda é a picada da anestesia local na base do pênis. Logo depois que ela age, a região fica dormente e o procedimento costuma ser bem tolerado.
Somente anestesia local, isto é, sem sedação e sem anestesia geral. Desse modo, o paciente fica acordado o tempo todo e vai para casa no mesmo dia.
Inchaço e roxos costumam diminuir nas duas primeiras semanas. Por outro lado, a liberação total, incluindo a vida sexual, geralmente vem entre 30 e 40 dias, sempre confirmada nos retornos.
Para trabalho sentado ou home office, normalmente entre 3 e 7 dias, de acordo com o conforto para andar. Em contrapartida, para trabalho braçal ou com esforço, a partir de 14 dias.
Caminhadas leves estão liberadas depois de 7 dias, se não houver dor. Em seguida, musculação e corrida entre 15 e 20 dias, sem exercícios que forcem a pelve, como agachamento pesado e leg press. Finalmente, bike e esportes de impacto, só depois de 30 a 40 dias.
Entre 30 e 40 dias, visto que a ereção e a relação puxam bastante a pele. Portanto, retomar antes da cicatrização firme pode abrir os pontos, sangrar e comprometer o resultado estético.
Elas são normais e podem incomodar nos primeiros dias. Quando acontecerem, então, mudar de posição, ir ao banheiro ou usar gelo envolto em pano na virilha costuma resolver.
No banho, use só água e sabonete neutro, sem esfregar, e seque com toques leves de toalha limpa ou papel toalha. Além disso, pomada só se o médico prescrever, e a cueca tipo slip ajuda a controlar o inchaço.
Sangramento que não para com compressão, febre, pus, dor que só aumenta ou dificuldade para urinar. Nessas situações, então, fale com o médico sem esperar o retorno.
No começo, a glande descoberta fica mais sensível ao contato com a roupa, mas isso vai diminuindo com as semanas. Além disso, as pesquisas não mostram perda importante da função sexual depois da circuncisão.
Não há evidência de que a postectomia trate a ejaculação precoce. Afinal, a cirurgia serve para fimose e problemas do prepúcio, e a ejaculação precoce pede outro tipo de tratamento.
Não, pois só a pele que cobre a glande é retirada, e comprimento e espessura continuam os mesmos.
Não, pois a ereção depende dos corpos cavernosos e da circulação do pênis, estruturas que a cirurgia não atinge.
Não, quando a postectomia é completa, porque o prepúcio estreito deixa de existir.
Dá, desde que com planejamento: a orientação do Dr. Rafael é aguardar pelo menos 60 dias e, então, só fazer o preenchimento com a cicatrização completa e a liberação médica.
O valor varia conforme a técnica indicada e, portanto, é passado depois da avaliação com o Dr. Rafael. Além disso, a equipe explica o que está incluído, como os retornos por até 45 dias.
A postectomia consta no Rol de Procedimentos da ANS, mas a cobertura varia conforme o contrato e a rede credenciada de cada plano. Então, no agendamento, a equipe esclarece como funciona o atendimento no consultório e quais são as opções.
A postectomia em São Paulo é feita no Moema Work Center, na Alameda dos Maracatins, 426, conjunto 405, em Indianópolis. Além disso, o consultório fica perto de Moema, Vila Mariana, Ibirapuera, Campo Belo, Brooklin e Vila Olímpia.
Chame o WhatsApp do consultório de São Paulo e peça informações sobre a consulta. Depois, a equipe passa disponibilidade, endereço e próximos passos, e a técnica é definida na avaliação médica.
Em São Paulo, a cirurgia de fimose com grampeador acontece no Moema Work Center, em Indianópolis, com acesso fácil para quem vem de Moema, Vila Mariana, Ibirapuera, Campo Belo, Brooklin e Vila Olímpia. Em Brasília, o Dr. Rafael faz a cirurgia de fimose com grampeador em Brasília na L'Essence Clinic, na Asa Sul.
Alameda dos Maracatins, 426, conjunto 405, Indianópolis, São Paulo, SP, CEP 04089-000
WhatsApp: +55 11 92680-7855
Agendar avaliação em São PauloAgendar avaliação em São PauloSGAS II 614, Centro Médico Vitrium, Bloco B, 3º andar, sala 305, Asa Sul, Brasília, DF, CEP 70200-740
WhatsApp: +55 61 99913-6030
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A técnica e a indicação dependem de avaliação médica individual.
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